Deus Me Frida

  • Início
  • Site
  • _Autoras
  • _Contato
  • _Sobre
  • _Faq
  • Cultura
  • Esporte
  • Política
  • _Sociedade
  • Lifestyle
  • _beleza
  • _moda
  • Podcast
DIVULGAÇÃO

Os atentados constantes contra a vida feminina: entre números e narrativas

A construção histórica do Brasil trouxe um corpo patriarcal para a sociedade. Esse sistema consiste na dominação dos homens sobre as mulheres e apesar de causar diversos impactos negativos desde a fundação do país, ainda afeta diversas áreas até hoje. Nesse contexto, as mulheres são as mais tocadas, sendo alvo constante de violência, caracterizando essa parcela da população como vulneráveis socialmente.

De modo geral, a agressividade afeta o universo feminino de maneiras variadas, desde o âmbito doméstico até o psicológico. Tendo isso em vista, os atos desencadeiam traumas irreparáveis, incluindo a morte. Segundo os dados do Atlas da Violência de 2019, o número de mulheres mortas dentro de casa cresceu 17,1% entre os anos de 2012 e 2017. O recorte racial dessa mesma pesquisa aponta que a taxa de homicídio de mulheres negras cresceu 29%, entre 2007 e 2017.

O Deus Me Frida realizou uma vídeo-reportagem sobre o assunto. Confira:


Comenta com a gente o que achou da reportagem em vídeo.


  • 0 comentários

A gravidez na adolescência é tema de inúmeras discussões sociais, educacionais e até mesmo morais, o que continua trazendo às jovens enormes cargas de julgamento, pressão e medo. Além de expor todo o tabu acerca do sexo, ainda presente na sociedade.


Uma imagem contendo pessoa, mulher, menina, livro

Descrição gerada automaticamente
Foto: Getty

Buscando compreender um pouco mais sobre como uma adolescente enfrenta tudo isso, conversamos com Tábata Maciel Alves, hoje com 19 anos mas que aos 17 se viu em meio a esse impasse.

Como lidou com as incertezas de criar uma criança e quais eram suas perspectivas?
“No começo eu fiquei em pânico e com muito medo, mas acho que esse medo todo era por conta do julgamento das pessoas. Eu demorei muito para aceitar a gravidez, só fui aceitar quando eu soube o sexo do bebê. Eu chorava todos os dias.”

Qual foi a reação da sua família?
“No começo foi bem difícil, todos ficaram bem tristes porque eu tinha 17 anos e nem tinha terminado o ensino médio. Tinha planos de começar a faculdade e logo em seguida fazer intercâmbio, então meio que foi uma decepção. “

Nós do Deus me Frida, pesquisamos sobre as alterações no número de casos nos últimos anos, conforme infográfico abaixo. Apesar da diminuição, os casos ainda acontecem em considerável número.

Infográfico realizado com Canva

Mesmo com acesso mais fácil às informações, o que ajudaria na prevenção dos casos, os jovens ainda enfrentam barreiras morais que dificultam a busca por instrução sobre o tema. Outro problema acontece quando a gravidez já está em curso e questões psicológicas que surgem nesse momento são muitas vezes ignoradas.

Visando a compreender se uma adolescente tem a mesma estrutura emocional de uma adulta ao lidar com a carga de ser mãe, ouvimos a psicóloga Ornella Pavani, que teve experiência atendendo a adolescentes e hoje em dia atua no atendimento de adultos.

Segundo Pavani, a adolescência é uma fase de muitas mudanças e descobertas, não só emocionais mas também físicas. A psicóloga segue pontuando que a responsabilidade de gerar um filho associada ao ciclo de desenvolvimento natural das garotas na adolescência torna as coisas ainda mais difíceis. E levantou o ponto de que “A cabeça fica tomada por um mix de emoções. Como vai ser agora? Como é cuidar de um outro ser?” As jovens enfrentam suas novas realidades por vezes sem nenhum tipo de auxílio psicológico e emocional. É como se o fato de ainda serem adolescentes fosse desconsiderado assim que se tornam mães.
  • 0 comentários


Projeto Empoderando refugiadas estreia minidocumentário relatando os desafios das estrangeiras no país
ONU e setor privado promovem integração de refugiadas no mercado ...
Foto:Fillipe Abreu

“Às vezes não entendem porque os outros saem de seu país, não é à toa, saímos porque precisamos continuar a viver.” No minidocumentário Recomeços: sobre Mulheres, Refúgio e Trabalho, a africana Lara e mais 9 mulheres apresentam suas narrativas enquanto refugiadas no Brasil. O filme é resultado da segunda edição do Projeto Empoderando Refugiadas que busca proporcionar uma vida digna a quem tanto lutou para sobreviver.

O documentário produzido por Fillipe Abreu e Thays Prado retrata os desafios e conquistas de mulheres em situação de refúgio. Exibido no fim da 2ª edição do Projeto Empoderando Refugiadas (2016/2017), o vídeo contém cerca de 20 minutos, tornando público as percepções e histórias das mulheres contempladas pela iniciativa.
Screenshot do Documentário apresenta a aula entre Razan e a técnica do facebook. / Arte realizada com adobe sparke

Implementado em 2015 no estado de São Paulo, o projeto já teve 4 edições. Organizado pela Rede Brasil do Pacto Global, ACNUR e também pela ONU Mulheres, o Empoderando Refugiadas trabalha com duas vertentes: a orientação das mulheres e a conscientização das empresas. Inicialmente, por meio de encontros específicos, como palestras, treinamentos, workshops e entre outras atividades, a ideia principal busca capacitar profissionalmente as integrantes e evidenciar os seus direitos. O segundo objetivo diz respeito à sensibilização de empresas para contração das refugiadas, visando a integração social dessas mulheres.


“Esse Trabalho é uma nova etapa da minha vida” – afirma Lúcia, da República Democrática do Congo.
Para o projeto, o trabalho é uma forma de empoderamento das cidadãs, haja vista que pode possibilitar a independência financeira. Tendo isto como ponto de partida, a iniciativa conta com diversas parcerias - institucionais e empresariais, como por exemplo, a Rede Caritas de São Paulo, Consulado da Mulher, Grupo Mulheres do Brasil, Facebook, Carrefour, Sodexo e Lojas Renner.
Mulheres assistem a Workshop/ Foto: Fillipe Abreu/ Arte realizada com Adobe Sparke

A Síria Razan, uma das participantes, narra empolgada a experiência. A mulher teve contato direto com o Facebook para aprender utilizar as ferramentas da rede social, com o objetivo de engajar seu negócio. Razan comercializa comidas árabes para festas e eventos, feitas por ela mesma. O depoimento da síria compara o antes, o depois e o impacto do projeto em sua vida: “eu não podia sair de casa, não podia ter amigos, não podia ficar com meu dinheiro. Agora, tudo pode. Eu saio, tenho amigas, eu tenho meu dinheiro, eu trabalho. Tudo agora pode. Eu estou livre”.

Dados Gráficos: a situação dos refugiados no Brasil

Em suas últimas edições o Empoderando Refugiadas trouxe uma novidade. O Portal das Nações Unidas demonstrou que há um novo quadro de refugiadas no Brasil, surgindo a necessidade de ampliar a ação para outros lugares, como é o caso de Roraima. Sendo assim, o projeto se prontificou em abrir uma turma no estado, alcançando mais 30 mulheres. Segundo a ACNUR, em 2018, Roraima esteve entre os estados com mais solicitações de refúgio: 50.770.

Os dados sobre refúgio no Brasil ainda se estende um pouco mais. O Deus me Frida organizou um infográfico para apresentá-los: 



  • 0 comentários
Postagens mais antigas Página inicial

Sobre nós


Somos 7 mulheres estudantes de jornalismo que resolveram compartilhar seus aprendizados & ouvir diferentes narrativas. Você pode conferir um pouco mais sobre nós aqui.


Categorias

cultura esporte mulher podcast série sobre sociedade

Redes Sociais

  • Facebook
  • Instagram
  • Twitter
  • Youtube

@deusmefrida

Pessoas que passaram por aqui

Os mais vistos...

Entre em contato conosco :)

Nome

E-mail *

Mensagem *

a



instagram

Pesquisar este blog

Back to top